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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Centro Cultural Da Juventude 03/05





'Ei passarim vem qui, vem qui...








... ei passarim vem qui, vem qui ...








... pra me dizer como é que faz, pra se chegar até o azul ...






domingo, 17 de abril de 2011

A Céu Aberto

Uma palavra bem dita abre corações, estremece almas, transforma vidas. Mais um encontro se deu a céu aberto na Praça Cornélia. Numa tarde de sexta-feira, sob uma sombra fresca, no círculo no centro da Praça. A sexta-feira, as árvores, a sombra poderiam passar despercebidas mais uma vez, como de costume, sem o convite do encontro. Chegamos com nossas cores e instrumentos em silêncio respeitoso pedindo licença à natureza que nos oferecia um dia tão lindo. Entre uma barraca e outra da Feira de Artes o convite foi feito: a narrativa vai começar! Foi chegando um e outro, ainda meio sem jeito, tímidos. Os berrantes, cumprindo seu papel com maestria, trouxeram mais alguns interessados. Interessados em experienciar, assim como nós, atores, que mesmo conhecendo a narrativa do início ao fim, nos abrimos para uma nova experiência a cada novo encontro. É como a sombra da árvore, que é sempre única se nos permitirmos percebê-la. Nessa viagem ao desconhecido que é o momento presente, palavras foram sendo narradas, a poesia de Ricardo Azevedo nos atravessando foi ganhando vida, do nosso jeito, ouvidos atentos, olhos curiosos, curiando... de um trecho a outro a relação entre narrador e ouvinte vai se fortalecendo, vínculos se criam ao compartilhar a história tão íntima, tão verdadeira, de João, nosso viajante. Surge uma confiança de amigos que abre espaços, expande horizontes, que deixa o ouvinte à vontade para se entregar à narrativa, que deixa o narrador livre para revelar formas que ele mesmo desconhece. Surge um espaço de criação, um espaço vivo, em que a vida pulsa em palavras, músicas, movimentos, sonoridades, respirações, olhares vibrantes. Surge um espaço, neste tempo outro, sem passado nem futuro, em que nos é possível ver com os olhos da alma a nós mesmos e as realidades que nos cercam.


Renata Vendramin


segunda-feira, 11 de abril de 2011




Cantador vem chegando.


Alegria na rua.


Palavra. Poesia. Encanto.

Nesta sexta-feira A MOÇA DE BAMBULUÁ na Praça Cornélia. A apresentação será durante a Feira de Artes que acontece às sextas e sábados na Praça.

Quando: sexta-feira, 15/04/11

Onde: Pça Cornélia (altura do nº 900 da Rua Clélia, entre as Ruas Cláudio e Crasso), Vila Romana

Horário: 14h30



"João saltou no chão. Olhou em volta. Céu de azuis. Montanhas lilases. Flores. Árvores folhudas cheias de fruta. Perfumes. Rios brincando de espuma entre as pedras.


Que lugar seria aquele?"






sábado, 26 de fevereiro de 2011

2011: Lá vem fulô...

As próximas apresentações da Contação de História 'A MOÇA DE BAMBULUÁ', texto de Ricardo Azevedo, acontecem:



Na Livraria da Vila de Moema: dia 12 de março, às 16h (End: Av. Moema, 493)
Na Livraria da Vila do Shopping Cidade Jardim, dia 13 de março, às 16h (End: Av. Magalhães de Castro, 12000)



Contação para todas as idades!

'Viemos de longe na trilha do amor
O vento da vida soprou
Em cores voamos com almas em flores
Salve o Cantador!'

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

2010 Florido: encontros, cores, perfumes, sons, alegria, gratidão, jeitos de ser e de fazer...




Entre novembro e dezembro de 2010 a Cia da Fulô realizou apresentações da narrativa "A Moça de Bambuluá" de Ricardo Azevedo em cinco bibliotecas municipais da cidade de São Paulo. Cada biblioteca num lugar diferente da cidade. Em cada lugar um novo público, novas disposições, novos jeitos de receber, de trocar, de contar. Talvez seja isso que mantenha viva uma história e o desejo de contá-la novamente: a possibilidade de reinventá-la a cada vez. Ver o jeito que a palavra chega do coração, corpo e voz de quem narra aos olhos, ouvidos, corpo e coração de quem ouve.




A história é viva da relação entre o narrador e o espectador. Do encontro. E vive a história quem conta e quem ouve. Juntos. Criando a cada vez um novo jeito de olhar o mundo. No que é miudo e no que assusta de tão grande. Àquele que acabou de chegar, "curiando" as novidades do mundo e enchendo o mundo de novidades e também àquele que já conhece algumas cores e alguns cantos desse mundo. E descobre, também quando ouve uma história, que no mundo tem tanta coisa ainda pra se "curiar". Tanto mundo ainda por fazer.




Parecido com a trajetória de João, nosso andarilho-aventureiro-viajante em "A Moça de Bambuluá". As palavras do Ricardo Azevedo no recontar dessa história ao modo dele, nos fez querer recontar essa história com as palavras dele ao nosso jeito, ao nosso som, aos nossos movimentos. E, a cada recontar, recolhemos outros sons, outros jeitos, outros movimentos. Assim, como numa grande rede.




A Cia da Fulô agradece imensamente aos ouvintes atentos e generosos que estiveram presentes nas apresentações e refizeram conosco a trajetória de João e a Moça de Bambuluá. Assim, com almas em flores, na linguagem dos pássaros. Onde gostamos de estar. Certamente nos encontraremos nessa e em outras histórias, nesses e em outros lugares. Dessas e de outras tantas cores e jeitos.





Texto Janaína Silva, foto Juliana Osmondes.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Experimentação cênica

QUE BONS VENTOS TRAGAM CHUVAS DE PROSPERIDADE E INSPIRAÇÃO PRA REGAR FULÔ ...

1ª Experimentação Cênica no Lar Madre Benedita em Osasco, dia 28 de Setembro de 2010 -







Somos muito gratos pela recepção amorosa de todas as irmãs, professores, funcionários, crianças e adolescentes do Lar Madre Benedita.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Na Primavera, Lá vem Fulô...




Esta é a música que faz a chefança de nosso espetáculo "A moça de Bambuluá" para ouvir acesse nosso site: www.wix.com/ciadafulo/fulo

Lá,Lá,Lá vem Fulô
Lá,Lá,Lá vem Fulô

Dia raiando
Coração se abrindo
Encanto de Beija-flor
Fé na estrada que abre os caminhos
Um Novo Tempo chegou

Lá,Lá,Lá vem Fulô
Lá,Lá,Lá vem Fulô

Viemos de longe
Na trilha do Amor
O vento da vida soprou
Em cores voamos com almas em flores
Salve o Cantador

Lá,Lá,Lá vem Fulô
Lá,Lá,Lá vem Fulô

Cantando alegria
Bailamos contigo
O brilho do Sol clareou
Contos vividos por estes caminhos
Que um dia a Terra nos contou

Lá,Lá,Lá vem Fulô
Lá,Lá,Lá vem Fulô

Água acalmando
Aconchego dum ninho
Sereno o Luar me deixou
Junto de quem quiser cantar comigo
Cantemos que lá vem Fulô